Sistema de alerta de terremotos do Android foi eficaz nas Filipinas

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A Google lançou recentemente o seu sistema de alerta de Terremotos para mais sete países, sendo que o lançamento global se espera já para o próximo ano.

Neste sentido, as Filipinas são um dos países que já pode usufruir deste serviço. E na semana passada o sistema de alerta da Google já foi bastante útil no país asiático.

Cada vez mais a tecnologia está ao dispor dos utilizadores como forma de o auxiliar nas tarefas mais básicas e úteis do seu dia-a-dia. Este é um mundo que deixou de ser visto essencialmente como sendo de lazer, para passar também a ser uma das ferramentas mais essenciais até para a sobrevivência da espécie humana.

Desta forma, a Google anunciou em agosto de 2020 o seu Sistema de Alerta de Terremotos para Android, sendo que o serviço tem sido lançado aos poucos por alguns países. Em suma, através dos seus sensores, os smartphones são capazes de detetar terramotos e propagar informações úteis pelos utilizadores. E, recentemente, a ferramenta da Google já se tornou bastante eficaz.

Sistema de alerta de terramotos foi eficaz nas Filipinas

Na passada sexta-feira, 23 de julho, o Sistema de Alerta de Terremotos do Android tornou-se bastante útil e eficaz nas Filipinas. De acordo com o US Geological Survey, o país asiático sofreu, na madrugada desse dia, um terramoto de magnitude 6,7 na zona de Tingloy. Segundo a Reuters, o abanão durou quase um minuto.

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Como consequência, os residentes foram notificados pelo sistema da Google do sucedido. Alguns utilizadores foram alertados pelo serviço da aproximação do terremoto alguns segundos antes de a terra começar a tremer.

Os residentes utilizaram a rede social Twitter e o Reddit para relatar a importância, utilidade e eficácia do Sistema de Alertas de terremotos do Android.

Outros deixaram publicações a mostrar as notificações recebidas nos seus smartphones pelo sistema de alerta da Google.

O sistema tem como objetivo ser “a maior rede de deteção de terremotos do mundo” através da tecnologia de sensores. Assim que o giroscópio dos smartphones deteta vibrações anormais, esta informação é partilhada para um ponto central. A acompanhar esses dados, vai também a localização do utilizador, para assim perceber onde está.

Esta funcionalidade vai então permitir a todos os que estejam em zonas de terremotos terem uma espécie de sismógrafo pessoal. O serviço vai assim recolher informações essenciais e que pode ajudar milhões de utilizadores em momentos de crise.

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