Saiba como o 5G vem transformando a área de Oil and Gas

Vimos como o 5G será o principal aliado para habilitar tecnologias inovadoras na área da exploração de óleo e gás. Muita coisa nessa área já está acontecendo pelo mundo. Veja só alguns casos de aplicação prática:

  • Na Arábia Saudita, estão em funcionamento redes de 5G privadas para exploração de petróleo e gás com monitoramento em tempo real. As primeiras experiências com a automação projetam uma aceleração do mercado em 135% até 2024. Empresas globais que atuam na região estão planejando usar 5G para aplicações, incluindo sistemas que irão monitorar a segurança e proteção em poços e plataformas. Muitos já têm os sensores, mas o desempenho do 5G vai possibilitar redes de equipamentos muito mais complexas, que fornecerão níveis   mais elevados de segurança e confiabilidade. O 5G também pode permitir ou estender o uso de máquinas e veículos autônomos e controlados remotamente em locais de petróleo e gás, para melhorar segurança e eficiência operacional. (fonte: Ericsson)
  • Uma importante instalação de produção de uma grande empresa de petróleo e gás operando no Mar do Norte obteve um aumento de 2% na produção sem aumentar as emissões depois de usar análises avançadas em tempo real para melhorar as configurações de equipamentos de extração. A operadora está agora buscando uma melhoria adicional de produção de 3% implementando análises avançadas para o resto do sistema, do poço à exportação. (fonte: MCKinsey)
  • Nesse caso de uso, um grande número de sensores conectados a redes próprias de 5G fornecem dados em tempo real e em alto volume sobre o status do equipamento e anomalias para melhorar a previsão de falha e oferecer ações corretivas aos operadores. Assim, a manutenção pode ser baseada no status do equipamento, em vez de simplesmente agendada em intervalos regulares ou conduzida após incidentes. A manutenção normalmente representa entre 10 e 15% dos custos totais de produção, e os planos prescritivos podem reduzir esses gastos em 10%. Além disso, menos paradas para eventos de manutenção não programados podem aumentar os volumes de produção em 1%. Por exemplo, um operador de várias instalações flutuantes de produção e armazenamento na América Latina foi capaz de reduzir suas despesas operacionais totais em 15% usando análises para manutenção preventiva. (fonte: MCKinsey)