Mudança de cultura na adesão da digitalização de serviços bancários é fundamental para evolução

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Os setores financeiro e bancário mudaram muito nas últimas décadas com a chegada da transformação digital e a nova realidade da economia do mundo. Serviços financeiros do dia a dia, soluções de investimento, sistema da bolsa de valores, soluções corporativas, tudo isso se digitalizou e agora vivemos uma nova realidade.

É a realidade da era digital, em que instituições financeiras tradicionais e startups – as Fintechs – coexistem e competem pela atenção e pela movimentação financeira da população brasileira.

Mas o fato é que, neste início de século 21, estamos vendo uma evolução do sistema bancário e financeiro brasileiro. E isso se deve a uma série de soluções digitais que visam melhorar a vida dos clientes, personalizando desde o atendimento até mesmo os tipos de investimento que ele faz.

Com a pandemia da Covid-19, a utilização de canais digitais bancários aumentou. Mas, ainda assim, a mudança de cultura não foi instaurada no Brasil – o brasileiro tem “mania” de ir até o banco, mesmo podendo fazer tudo pela internet.

O que falta para uma mudança completa são soluções conversacionais em canais onde as pessoas já estão inseridas, como o WhatsApp, por exemplo. Porque o brasileiro ainda acredita ser difícil utilizar aplicativos de bancos.
A digitalização precisa começar com uma solução ao problema principal – a dificuldade de muitas pessoas em utilizar os aplicativos. Assim, atendendo o cliente em outros canais em que ele já está acostumado a mexer, fica mais fácil “ensiná-lo” como aderir à nova cultura dos serviços bancários.

Fora isso, falta a facilitação dos serviços on-line dos bancos mais comuns – muitas vezes, as pessoas se confundem ao mexer nos aplicativos e, por isso, desistem de utilizá-los.

Porém, essa é uma cultura que vem crescendo no país e só tende a aumentar. A ampliação da utilização do internet banking virá aos poucos, mas, ainda assim, virá. Quando as pessoas perceberem que não precisam mais pegar carros, utilizar aplicativos de mobilidade nem ônibus para resolver suas questões bancárias principais, não haverá outra saída senão o forte crescimento da cultura da digitalização dos serviços bancários.

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