Após 30 dias em lago congelado, iPhone volta a funcionar

Celular recuperado não apresentou defeitos mesmo depois de um mês na água.

Um iPhone foi resgatado funcionando normalmente depois de 30 dias submerso em um lago congelado no Canadá. O episódio aconteceu com uma mulher que comemorava seus 50 anos pescando em Saskatchewan com a família quando deixou o celular cair.

Mesmo com resistência à água e poeira IP68, o telefone tende a aguentar no máximo 30 minutos, a uma profundidade de até seis metros. Mais do que isso pode resultar em problemas no aparelho.

Operação para retirar iPhone das águas congeladas — Foto: Reprodução/CTV News

Dias após o ocorrido, a proprietária do smartphone resolveu recrutar a ajuda de pessoas próximas para recuperar o iPhone e todas as fotos registradas no dia do aniversário. O resgate foi feito com câmera usada para localizar peixes e um ímã, ambos acoplados em uma vara de pesca. Quem descobriu a história foi o canal de televisão CTV News.

O episódio é curioso justamente pelo tempo que o celular ficou na água e a resposta que teve após ser resgatado; nesse caso, o aparelho passou exatamente um mês na água. Também chama a atenção a temperatura da água, já que o lago estava congelado naquele momento – sendo que a maioria dos smartphones são feitos para aguentar temperaturas que vão de 0º a 35º Celsius.

A resistência dos celulares tem sido aprimorada com o passar dos anos e, especialmente no iPhone 12, uma tecnologia passa a integrar a tela desses celulares com a proposta de resistir à quedas. Trata-se do Ceramic Shield, um vidro que leva nanocerâmica na composição, mas com uma produção específica para deixar esse material transparente. Aparelhos rivais, como o Galaxy Note 20 Ultra, contam com Gorilla Glass Victus.

Mesmo sendo surpreendente, a história de Angie Carriere está longe de ser a única. Só no ano passado, foram relatadas experiências com várias gerações do iPhone que resistiram a quedas e tempo prolongado na água. A exemplo disso, tem a família que teve um iPhone 11 recuperado de uma queda no lago do parque da Disney, em Orlando, e o telefone operava normalmente depois de dois meses submerso.